Terapia Manual em Oncologia

Compartilhe nas suas redes sociais:

Devido aos avanços em oncologia a sobrevida dos pacientes submetidos ao tratamento oncológico tem aumentado e, com isso a necessidade da manutenção das funções e também a melhora das atividades de vida diária e da qualidade de vida se torna ainda mais importante.

O tratamento oncológico pode provocar diversas complicações ao paciente. O procedimento cirúrgico e/ou a radioterapia, bem como os processos inflamatórios, como o linfedema por exemplo, provocam alterações estruturais nos tecidos (pele, tecido conjuntivo, músculos) que podem ocasionar alterações funcionais, posturais e dor. Além disso, a quimioterapia pode ocasionar dores musculares e articulares, bem como alterações de sensibilidade.

A terapia manual pode ser um importante recurso fisioterapêutico para o tratamento e manejo dessas complicações. Associada ou não a outros recursos, como eletroterapia e exercícios, auxilia na reabilitação e acompanhamento desses pacientes pois estimula a deposição adequada de tecido cicatricial e promove organização tecidual restaurando a mobilidade e funcionalidade, prevenindo algumas complicações.

Os principais objetivos do uso da terapia manual no tratamento de pacientes oncológicos são: tratamento de fibroses e aderências, ganho de ADM, melhora da dor, melhora da postura e da função.

por Maíra Roveratti

 

Mini Currículo 

Maíra Roveratti, fisioterapeuta pós graduada em “Fisiologia e Biomecânica da Atividade Motora- FMUSP e em Fisioterapia em Oncologia – FACIS.

Professora do Curso Conceito Rolf de Liberação Miofascial desde 2008

Formação em Reeducação Postural Global – Método Souchard

Formação Método Rolf de Integração Estrutural – International School of Structural Integrators

Formação em Linfoterapia

Formação em Terapia Manual em Cirurgias Plástica e tecidos cicatriciais

Curso de Abordagem em Neurociência do Movimento Humano – 2018

Curso Abordagem da dor com base nos conceitos atuais de Neurociência – 2018

 

Terapia Manual em Oncologia